Repara bem no que não digo. Cite Arrow Paulo Leminski.

(Source: cidreiras, via liverorheart)


” E quando eu deixar de te amar , te prometo que não te direi nada , vou fingir que ainda te amo , te beijar e te abraçar ,mover todos os músculos da minha alma , só pra tu ter a certeza de que você não tem só meia hora , e sim , todos os segundos do mundo pra mudar a minha vida . ”


” E quando eu deixar de te amar , te prometo que não te direi nada , vou fingir que ainda te amo , te beijar e te abraçar ,mover todos os músculos da minha alma , só pra tu ter a certeza de que você não tem só meia hora , e sim , todos os segundos do mundo pra mudar a minha vida . ”

(Source: ajoanadarc)

(via party-after-party)

“Te desejo uma fé enorme.
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram.
Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.
Que seja doce. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Que seja bom o que vier, pra você.”

Intenções soltas e desejos desconexos. Esse mistério todo é uma violência contra a minha inteligência. Sejamos diretos para não sermos idiotas: eu te quero. Você me quer? Não sabe? Ah, então vá pra puta que te pariu. (E vá ser vago na casa da sua mãe porque embaixo da sua manga eu não fico mais!) (…) Seja inteligente, faça jus à espécie, seja Sapiens. Perceba o sinal verde, ultrapasse. (…)Eu não sou morna e, se você não quiser se queimar, morra na temperatura do vômito. E bem longe de mim. (…)Eu ainda quero muito. Quero as três da manhã de um sábado e não as sete da tarde de uma quarta. Vamos viver uma história de verdade ou vou ter que te mandar pastar com outras vaquinhas? (…)A sorte é sua de ser amado por mim e eu quero agora, ontem, semana passada. Amanhã não sei mais das minhas prioridades: posso querer dormir com pijama de criança até meio-dia, pagar 500 reais numa saia amarela, comer bicho-de-pé no Amor aos Pedaços ou quem sabe dar para o seu chefe em cima da mesa dele. (…) É assim que vivo, masturbando minha mente de sonhos para tentar sugar alguma realização. É assim que vivo: me fodendo. (…)Calma, raciocínio e estratégia são dons de amor que pára para racionalizar. Amor que é amor não para, não tem intervalo, atropela. Não caio na mesma vala de quem empurra a vida porque ela me empurra. Ela faz com que eu me jogue em cima de você, nem que seja para te espantar. Melhor te ver correndo pra longe do que empacado em minha vida.

Intenções soltas e desejos desconexos. Esse mistério todo é uma violência contra a minha inteligência. Sejamos diretos para não sermos idiotas: eu te quero. Você me quer? Não sabe? Ah, então vá pra puta que te pariu. (E vá ser vago na casa da sua mãe porque embaixo da sua manga eu não fico mais!) (…) Seja inteligente, faça jus à espécie, seja Sapiens. Perceba o sinal verde, ultrapasse. (…)Eu não sou morna e, se você não quiser se queimar, morra na temperatura do vômito. E bem longe de mim. (…)Eu ainda quero muito. Quero as três da manhã de um sábado e não as sete da tarde de uma quarta. Vamos viver uma história de verdade ou vou ter que te mandar pastar com outras vaquinhas? (…)A sorte é sua de ser amado por mim e eu quero agora, ontem, semana passada. Amanhã não sei mais das minhas prioridades: posso querer dormir com pijama de criança até meio-dia, pagar 500 reais numa saia amarela, comer bicho-de-pé no Amor aos Pedaços ou quem sabe dar para o seu chefe em cima da mesa dele. 
(…) É assim que vivo, masturbando minha mente de sonhos para tentar sugar alguma realização. É assim que vivo: me fodendo. 
(…)Calma, raciocínio e estratégia são dons de amor que pára para racionalizar. Amor que é amor não para, não tem intervalo, atropela. 
Não caio na mesma vala de quem empurra a vida porque ela me empurra. Ela faz com que eu me jogue em cima de você, nem que seja para te espantar. 
Melhor te ver correndo pra longe do que empacado em minha vida.